Conheça o Intercâmbio para pesquisa científica em Honduras

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O estudante Bruno Moller contou detalhes de seu intercâmbio para pesquisa científica em Honduras. O jovem passou cerca de 2 semanas no país enquanto cursava o segundo ano do Ensino Médio.

O que fazer por lá?

Inicialmente, no intercâmbio de pesquisa científica, o estudante permaneceu acampado no Parque Nacional Cusuco, na região noroeste do país, mais especificamente, em San Pedro Sula, uma das cidades mais famosas de Honduras. Na segunda parte da viagem, o jovem passou os dias em uma pousada na Ilha Útila, localizada na baía regional.

O jovem contou que por não se tratar de um intercâmbio em uma instituição de ensino, acabou não estudando nos moldes mais usuais. No entanto, acompanhou expedições e ajudou a catalogar espécies de fauna e flora. 

“Eu e os outros alunos estávamos sendo assistentes das pessoas que estavam fazendo pesquisa, então cada dia a gente tinha uma infinidade de atividades. De manhã a gente saía pra ouvir o som dos pássaros e registrar as espécies, também íamos pegar as armadilhas de vertebrados e de noite pegar morcegos. Íamos auxiliar e ver o eles estavam fazendo e aprender como eles faziam”, contou. 

Sobre suas atividades diárias, o estudante ressaltou o caráter prático dos aprendizados que teve.

“Era tudo experimental/prático porque era uma pesquisa mesmo, então a gente tava vendo as pessoas que estavam realizando essa pesquisa. Na prática ajudando elas nisso”, disse. 

Como foi feito o contato?

O colégio que Bruno frequentou, Humboldt,  fez todo o trâmite do intercâmbio com a empresa Operation Wallacea. De acordo com o jovem, a instituição não se trata exatamente de uma agência de intercâmbios, já que eles estão mais envolvidos em trabalhos de estudo científico e auxílio em pesquisas relacionados à fauna e flora. 

Além disso, o estudante contou detalhes de como o grupo de alunos decidiu que Honduras seria o destino ideal para o intercâmbio

“Não foi bem uma escolha minha, eu fui com o Operation Wallacea, aquela organização que faz as expedições para vários países. A ideia era que fosse Guiana, mas aí acabou que o grupo não era grande o suficiente para fechar essa viagem, então a gente ia ter que juntar com um grupo de dois colégios. Um  deles ia para a Honduras e outro que ia para a África do Sul. A votação de Honduras ganhou”, relembrou.

Quais as documentações necessárias?

No quesito documentação, a experiência de Bruno também foi fora da curva dos intercâmbios usuais. Novamente por não se tratar de uma formação acadêmica, o aluno não teve que realizar nenhuma prova, matrícula ou apresentar qualquer histórico.

O estudante contou também, que a única burocracia que teve que apresentar para realizar a viagem foram os documentos comumente utilizados durante idas ao exterior, como o passaporte e o RG. 

No entanto, Bruno contou que dada às atividades ao ar livre, teve que apresentar uma lista de vacinas e documentações específicas para alguns exercícios que iria realizar durante a viagem.

“Uma das atividades envolviam mergulho. Eu já queria saber mergulhar quando eu fui pra lá. Então pra isso eu precisava de toda a documentação de mergulho. Mas em questão de estudo, essas coisas, não teve nada. Nada relacionado a nota, nada relacionado a escola. Eles querem a gente como pessoa só”, explicou. 

Estudante de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero e trabalha como assessora de imprensa.

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